Horas em frente à TV podem causar dores nas costas
Uma pesquisa realizada na Universidade de Queensland, na Austrália, revela que passar horas em frente ao computador ou à televisão pode causar dor nas costas.
Segundo os investigadores, passar horas em frente à TV ou ao computador pode ter o mesmo efeito, salientando ainda que a dor é tão forte como a de alguém que realmente teve uma lesão física na coluna.
Estas dores agravarão em maior proporção se o portador já tiver alterações posturais da coluna (escoliose / hiperlordose / hipercifose) ou má qualidade da musculatura que a sustenta como a musculatura das costas, abdomen, quadril e nádegas.
Na maioria dos casos, a inatividade é provocada pelo levantamento de peso excessivo, artrose, hérnia de disco, distensão muscular ou outras lesões que prejudicam os músculos que suportam a coluna vertebral.
No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo sugerimos não permanecer em repouso por tempo prolongado, o repouso após 3 dias já enfraquece a musculatura levando a uma dificil reabilitação. Mesmo nos casos de hérnia ou de dor muito importante procuramos pedir a mobilização o mais breve possível.
Para que estes músculos voltem à atividade, não basta levantar e começar a andar. Alguns dos voluntários foram monitorizados por seis meses e os músculos das costas ainda não tinham recuperado totalmente, mesmo os daqueles que voltaram a se exercitar.
Fisioterapia oferece vários meios para tratar da Síndrome do Túnel do Carpo
A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia mais comum dos membros superiores e é causada pela compressão do nervo mediano à medida que passa pelo túnel do carpo.
Os sintomas mais comuns são dor,sensação de choque, dormência ou formigamento. Atividades repetidas da mão, traumas, gravidez, diabetes mellitus, obesidade, acromegalia, artrite reumatoide, entre outras, são algumas das doenças e condições que são observadas em conjunto com a STC.
A fisioterapia oferece vários métodos terapêuticos para o tratamento da STC
“Não há causa básica específica na maioria dos casos dessa síndrome. Estima-se que a prevalência na população geral seja de 9% nas mulheres e de 0,6% nos homens. A síndrome é diagnosticada clinicamente de acordo com os sinais e sintomas e o exame físico. O diagnóstico é confirmado pelos estudos eletrofisiológico, pelo exame de ultrassonografia e pelo exame físico”, explica a fisioterapeuta Camila M. Anidjar, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A escolha entre tratamento conservador ou cirúrgico é determinada pela gravidade dos sintomas e pelas limitações físicas do paciente. As melhores opções o tratamento da STC são as clínicas, geralmente com excelentes resultados, segundo Camila. A fisioterapeuta pontua que a fisioterapia oferece vários métodos terapêuticos para o tratamento da STC. “Os exercícios de cinesioterapia melhoram os sintomas prevenindo, ou alongando, as aderências entre os tendões e o nervo mediano, diminuindo o edema tenossinovial, melhorando o retorno venoso e, assim, reduzindo a pressão dentro do túnel do carpo. Já o banho de parafina aumenta o fluxo sanguíneo, tem efeitos analgésicos, reduz a inflamação crônica, aumenta a elasticidade do tecido conjuntivo e é um aquecedor superficial que age estimulando o relaxamento muscular. Da mesma forma que um outro moderno tratamento utilizado no CREB, a crioterapia ativa. A acupuntura possui modulador e efeitos anti-inflamatórios que podem amenizar a inflamação no nervo mediano aprisionado no túnel do carpo, aliviando assim os sintomas”, afirma a profissional do CREB.
Camila acrescenta que o laser terapêutico é um tratamento efetivo no alívio da dor e sintomas, melhora da habilidade funcional dos dedos e da força da mão. Isto porque o laser estimula a proliferação celular, por reação fotoquímica que altera a permeabilidade da membrana celular, sendo então, utilizado para o estímulo da cicatrização de feridas, a regeneração neuronal e no controle da dor. “Já o ultrassom converte energia elétrica em uma forma de onda acústica, que é então convertida em calor à medida que passa por tecidos de resistência variável, reduzindo o edema, aliviando a dor e acelerando o reparo tecidual. O uso terapêutico do ultrassom pode ser utilizado de forma continua ou pulsada”, finaliza ela. A boa notícia é que há tratamento e ótimos resultados.
TOC é utilizada com sucesso nas Olimpíadas de Inverno
Mais uma vez, a Terapia de Ondas de Choque (TOC) foi utilizada em competições esportivas de alto nível. A Olimpíada Mundial de Inverno, realizada em fevereiro, em Sochi, na Rússia, também ofereceu aos seus atletas de alto rendimento a possibilidade de se tratarem com a TOC, em caso de contusão. A aplicação de TOC pode ser feita até mesmo no dia da competição, pois não é considerada doping. “A TOC, que são na realidade ondas acústicas que ajudam na melhora do processo de inflamação e na regeneração da área lesada, já está sendo utilizada no dia-a-dia de vários clubes, para esportes como futebol, entre outros, principalmente na Europa. A TOC promove um retorno rápido do atleta às suas atividades, não utiliza medicação, não é invasivo e é aplicado no consultório. Nas Olimpíadas, a satisfação foi muito grande porque na maioria das vezes o tratamento apresentou melhora considerável , liberando o atleta para suas atividades”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e especialista em medicina do esporte, Dr. João Marcelo Amorim.
A TOC já havia sido utilizada nas Olimpíadas de Beijing e Atenas, além dos jogos panamericanos do Rio de Janeiro, também com muito sucesso. Grandes clubes de futebol europeu já contam com a terapia em seus departamentos médicos, utilizando-a com frequência. A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo.
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é um dos pioneiros do uso da TOC no Brasil. Seu fisiatra, Antônio D’Almeida, foi um dos apenas cinco médicos brasileiros que foram à Berlim, na Alemanha, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Ele também recebeu recentemente novo título, ampliando sua atuação com o TOC: instrutor internacional para médicos de TOC. Ele foi convidado para ser um dos poucos instrutores médicos internacionais de TOC junto a Academia Swiss Dolorclast.
– Além de indicação para casos de tendinites, esporão de calcâneo e bursites, esta técnica também pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos. O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – afirma o fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619